Acidente com seis mortes e três sobreviventes mobilizou dezenas de profissionais e gerou comoção em toda a região.

O grave acidente registrado na rodovia AL-220, entre o distrito de Piau, pertencente ao município de Piranhas, e a cidade de Olho d’Água do Casado, já é considerado uma das maiores tragédias automobilísticas da história de Piranhas e de todo o Sertão de Alagoas. A colisão deixou seis pessoas mortas, incluindo três crianças, e três sobreviventes, provocando forte comoção popular.
A tragédia envolveu uma caminhonete Chevrolet Montana, onde estavam oito pessoas da mesma família, e um Chevrolet Onix, conduzido por Cleiton Barros, conhecido como Cleitinho, filho do presidente da Câmara de Vereadores de Piranhas. Com a morte de Cleiton, o número de vítimas fatais chegou a seis.
Na caminhonete morreram Cícero, patriarca da família e condutor do veículo; sua filha Elyssandra; e os três filhos dela — Kaique, Miguel, de apenas 1 ano de idade, e Laura. Apenas três pessoas sobreviveram ao impacto: Leonora, esposa de Cícero; Alessandra, filha do casal; e Lívia, filha de Alessandra e neta de Leonora.
A dimensão do acidente exigiu uma operação de grande porte, com a atuação de mais de 30 profissionais entre SAMU, Corpo de Bombeiros Militar, profissionais do posto de saúde do distrito de Piau e Polícia Militar. Ambulâncias de várias cidades do Alto, Médio e Sertão de Alagoas foram mobilizadas para o socorro às vítimas.
Os corpos permaneceram no local até por volta da meia-noite, passando por perícia da Polícia Científica, e posteriormente foram recolhidos pelo Instituto Médico Legal (IML). Os velórios das vítimas estão previstos para ocorrer no ginásio de esportes de Piranhas, e o prefeito do município deve decretar luto oficial, em respeito às famílias e à comoção gerada pela tragédia.
Moradores da cidade e de toda a região acompanham com tristeza os desdobramentos do caso, considerado por muitos como um dos episódios mais dolorosos já registrados nas rodovias do Sertão alagoano.
As causas do acidente seguem sendo investigadas pelas autoridades competentes, e ainda não há confirmação oficial sobre a dinâmica da colisão ou responsabilidades.



