Ato público reuniu equipes de assistência, saúde, conselheiros e estudantes da rede municipal pelas ruas da cidade para pautar o combate ao abuso e à exploração sexual infantojuvenil.

A manhã desta quinta-feira (22) foi marcada por uma grande mobilização social pelas ruas do município. Unindo diferentes setores da administração pública e da sociedade civil, as equipes do CRAS, CREAS, da Secretaria Municipal de Assistência Social, da Secretaria Municipal da Mulher e dos Direitos Humanos, além da Secretaria Municipal de Saúde, realizaram uma caminhada pública em alusão ao Maio Laranja.
O movimento, que contou com a participação ativa de alunos da rede municipal de ensino, do Conselho Tutelar e de integrantes de toda a rede de proteção local, buscou alertar a população sobre a necessidade urgente de prevenção e enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.
A escolha do mês de maio faz referência ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, instituído para dar visibilidade a uma causa que exige atenção diária. A passeata em Olho d’Água do Casado levou faixas, cartazes e símbolos da campanha, como a flor laranja, para o centro urbano, chamando a atenção de comerciantes, motoristas e moradores.
Organizadores do evento apontaram que o diálogo aberto e a disseminação de informações nas escolas e espaços públicos são as ferramentas mais eficazes para que familiares e educadores consigam identificar sinais de violência e agir de forma rápida.
O ato público evidenciou que a garantia dos direitos da infância e da juventude depende do envolvimento de toda a comunidade, deixando claro que a omissão não pode ter espaço no município. Para além das ações de conscientização visual, a caminhada buscou encorajar os cidadãos a utilizarem os canais oficiais de denúncia sempre que houver suspeita de violação de direitos.
O principal mecanismo nacional para o recebimento dessas demandas é o Disque 100 (Disque Direitos Humanos), um serviço gratuito, anônimo e que funciona 24 horas por dia. O Conselho Tutelar e as delegacias locais também permanecem de prontidão para acolher os relatos e dar o encaminhamento jurídico e assistencial necessário para resguardar as vítimas.
Por: Redação ITNoticias.com.br



