Caso é investigado como feminicídio; suspeito teria não aceitado o fim do relacionamento após discussão em hotel de Aracaju.

A morte da empresária Flávia Barros, de 38 anos, segue cercada de comoção e novos desdobramentos. O caso, ocorrido em Aracaju, está sendo investigado como feminicídio, e tem como principal suspeito o policial penal Tiago Sóstenes, ex-diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso.
De acordo com informações apuradas pelo IT Notícias, a motivação do crime pode estar diretamente ligada ao fim do relacionamento entre os dois. Flávia teria descoberto que Tiago era casado e tinha filho, fato que teria provocado o rompimento imediato da relação.
Ainda segundo as apurações, a empresária acreditava viver um relacionamento com um homem solteiro e, inclusive, teria ouvido promessas de casamento. A situação mudou após ela visualizar uma mensagem no celular do suspeito, enquanto ambos estavam hospedados em um hotel na capital sergipana.
Diante da descoberta, Flávia decidiu encerrar o relacionamento, o que teria gerado uma discussão no local. Informações apontam que ela chegou a pedir que o suspeito deixasse o quarto, contando inclusive com a presença de amigos no ambiente.
Horas depois, o homem teria retornado ao hotel de táxi. Segundo os relatos, ele teria forçado a entrada no quarto e efetuado disparos contra a vítima, que não resistiu.
Nesta quarta-feira (25), Tiago Sóstenes recebeu alta médica e deixou a unidade hospitalar acompanhado da esposa. O caso segue sob investigação das autoridades competentes.
Familiares e amigos de Flávia Barros cobram justiça e pedem celeridade na elucidação do crime, que gerou grande repercussão na região.
Por: Redação ITNoticias.com.br



