Advogada afirma que decisão foi “abrupta” e contraria avaliação médica anterior; policial penal segue preso sob custódia.

A defesa do policial penal Tiago Sóstenes, principal suspeito de matar a empresária Flávia Barros, de 38 anos, em Aracaju, questionou a alta médica concedida ao investigado nesta quarta-feira (25).
A advogada Priscila Mendes, que integra a equipe de defesa, afirmou ter sido surpreendida com a liberação hospitalar do cliente, classificando a decisão como “abrupta”. Segundo ela, o quadro clínico apresentado anteriormente indicava riscos graves.
“Ontem, o médico informou que ele poderia convulsionar e até vir a óbito a qualquer momento. Hoje, fomos surpreendidos com essa decisão abrupta do Estado”, declarou a advogada.
Tiago Sóstenes estava internado no Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), onde passou por procedimento cirúrgico após dar entrada com ferimento por arma de fogo. Após receber alta, ele foi submetido a exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML).
Em seguida, o policial penal foi encaminhado ao presídio militar de Aracaju, onde permanece sob custódia à disposição da Justiça.
O caso segue sendo investigado como feminicídio. De acordo com as informações apuradas, o crime ocorreu no último domingo (22), em um hotel da capital sergipana, e teria sido cometido com a arma funcional do investigado.
A morte de Flávia Barros gerou forte repercussão, e familiares e amigos seguem cobrando justiça e a rápida elucidação do caso.
Por: Redação ITNoticias.com.br



